Semana Santa

238ª Feira do Peixe comercializou 402 toneladas em pescado

238ª
02/04/2018 08:33:24

A 238ª Feira do Peixe de Porto Alegre, encerrada nessa sexta-feira, 30, às 12h, comercializou 402 toneladas de pescado. O número de vendas deste ano é considerado um sucesso pois houve uma diminuição no número de bancas participantes nesta edição (54 bancas de pescado) em relação a edição passada que contou com 70 bancas e atingiu a venda de 407 toneladas, apenas 5 toneladas a mais que a edição de 2018.

O balanço, realizado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE), engloba as vendas da feira do Largo Glênio Peres, que somam 386 toneladas, e da Restinga e Belém Novo, que totalizam 16 toneladas. Cerca de 680 mil pessoas passaram pelo Centro Histórico para garantir o peixe da Sexta-feira Santa. Neste ano, os peixes mais procurados foram a tainha, a corvina e o pintado. Nas bancas, o quilo da tainha foi vendido por R$ 12 e o filé de merluza, a R$ 18. O pacote com 400g de camarão foi comercializado a R$ 20 e espetinho de peixe por R$ 5. O peixe na taquara teve custo de R$ 20 e R$ 30, dependendo do tamanho. Quem deixou para a última hora encontrou várias promoções, com descontos superiores a 30%. 

A abertura oficial, no dia 27, contou com a presença do vice-prefeito Gustavo Paim e do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico em exercício, Leandro de Lemos, que acompanhados das rainhas e princesas mirins do evento, realizaram um caminhada pela Feira. Paim conversou com os feirantes e experimentou os tradicionais espetinhos de peixe.

Aberto ao público desde segunda, 26, o evento no Largo Glênio Peres contou com 54 bancas de pescado, uma banca de peixes vivos e quatro bancas de alimentação, e fez parte do calendário oficial da Semana de Porto Alegre. Estiveram envolvidas diretamente com a feira mais de 250 famílias de pescadores profissionais artesanais das Ilhas do Delta, de Belém Novo e do Lami, organizadas em torno das Colônias de Pescadores Z-5 e Associação dos Pescadores e Piscicultores do Extremo Sul (Appesul).

Sem recursos públicos - Assim como em 2017, a feira não utilizou recursos públicos, todo o valor do evento foi capitaneado pelos feirantes da Colônia Z5 de Pescadores e da Associação de Pescadores (Appesul) com o apoio da Divisão de Fomento Agropecuário da Diretoria de Indústria e Comércio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (SMDE). Na edição do ano passado, foram comercializadas, entre os três pontos de venda, 407 toneladas de pescado. Foram vendidas 32 toneladas a mais do que a edição de 2016 que atingiu 375 toneladas e foram gastos dos cofres públicos R$ 178 mil com a feira.

Texto e foto: PMPA

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